Irã elogia aniversário da resistência palestina da Intifada
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Irã elogia a resistência do povo palestino contra os crimes do regime israelense no aniversário da Intifada de Al-Quds.
(last modified 2018-10-17T12:49:42+00:00 )
Out. 02, 2016 20:36 UTC
  • Irã elogia aniversário da resistência palestina da Intifada

Irã elogia a resistência do povo palestino contra os crimes do regime israelense no aniversário da Intifada de Al-Quds.

Na ocasião do primeiro aniversário do início da terceira Intifada (levante), o porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Bahram Qasemi, elogiou no domingo a resistência do povo e grupos palestinos às políticas criminosas do regime israelense e honrou "mártires inocentes que sacrificaram suas vidas para se enfrentar com esse tipo de violência.”.

"As ações cruéis do regime sionista que violam os direitos dos palestinos, como a judaização de Al-Quds (Jerusalém), profanação e destruição da Mesquita Al-Aqsa e o assassinato, prisão e tortura de homens, mulheres e crianças são odiados pela comunidade internacional, e com a continuação da resistência por parte dos palestinos e sua adesão aos seus próprios princípios tais tentativas desesperadas levam a lugar nenhum”, disse Qasemi.

Há um ano, os territórios palestinos ocupados estão vivendo uma situação de tensão máxima, seguindo os  ataques do Exército israelense e a profanação da mesquita Al-Aqsa em Al-Quds por colonos israelenses.

Era outubro de 2015 e o mundo estava testemunhando o surto de uma escalada de protestos contra a ocupação israelense.

O Movimento da Resistência Islâmica Palestina (HAMAS) convocou em 09 de outubro de 2015 a  uma terceira intifada, a fim de "libertar Al-Quds”, ocupada pelo regime Tel Aviv desde 1967.

Segundo informou nesta sexta-feira o site palestino  Al-Resalah , até agora e durante a Intifada de Al-Quds, 249 mártires palestinos foram assassinados e o número de feridos também atingiu a 18.300 pessoas .

O referido relatório também observa que entre os mártires 68 são crianças e adolescentes de menores de 18 anos e também 22 mulheres.

Da mesma forma, observa que o número de detidos aumentou dramaticamente durante este tempo: O regime de Tel Aviv prendeu 8.500 homens e mulheres palestinas.