Larijani foi ao Brasil
Brasil e o Irã enfatizem na promoção de cooperação jurídicas e direitos humanos.
O secretário do Conselho iraniano de direitos humanos, chefiando uma delegação do judiciário está no Brasil, com o intuito de estabelecer dialogo sobre os diretos humanos com o poder judiciário brasileiro.
Secretário do Conselho de Direitos Humanos que está no Brasil em uma visita oficial, chefiando de uma delegação de Judiciário, realizou uma reunião com o secretario geral do ministério das Relações Exteriores.
Neste contexto, ambas as partes analisaram os meios de desenvolvimento das relações bilaterais e a promoção às cooperações na área judiciária e nas questões de direitos humanos.
Nesta reunião foi acordada a realização da primeira ronda das discussões sobre direitos humanos no inicio do próximo ano em Teerã.
Larijani abordará também as experiências das instituições relevantes dos dois países, particularmente o sistema judicial iraniano.
O secretario do Conselho de direitos humanos em um encontro com diplomatas brasileiros no Instituto do rio Branco, explicou: “A universalidade dos direitos humanos não significa impor o estilo de vida de um grupo particular ao mundo, mas isso significa uma entrada coletiva de todos os países para o enriquecimento e promoção de direitos humanos”.
Ele referindo as instituições tutelares e o sistema do direto humano na República Islâmica do Irã, ( cívicas e estatais) , descreveu a atenção especial do país à situação das mulheres, em particular nos três campos de melhoramento da educação, participação social e os incentivos legais para a proteção dos diretos das mulheres.
Note-se que a República Islâmica do Irã tem estabelecido diálogo sobre direitos humanos com mais de dezenas países.
Segundo o Conselho iraniano de direitos humanos, Khodaiam, o vice-presidente do Judiciário da República Islâmica do Irã e Gharbabadi, o vice- secretario dos assuntos internacionais do Conselho acompanham o Larijani.
O governo brasileiro em março de 2015 atendeu a um pedido de Teerã e se absteve em votação no Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra (Suíça) sobre a situação no Irã. A abstenção marcou uma mudança na posição que vinha sendo adotada pelo Brasil desde o início do governo Dilma Rousseff, em 2011.
Nas três votações das quais havia participado em Genebra desde então (2011, 2013 e 2014), o Brasil apoiou resoluções que ressaltavam a preocupação com violações de direitos humanos no Irã.