Irã: Ataque alegado de iemenita a Meca, Uma mentira histórica da Arábia
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Bahram Qasemi, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, numa conferência de imprensa em Teerã, denunciou as acusações da Arabia Saudita de que as forças iemenitas atacariam à cidade sagrada de Meca e as considerou como "grande mentira histórica" da Al Saud para aproveito político.
(last modified 2018-08-22T11:01:25+00:00 )
Nov. 08, 2016 23:46 UTC
  • Irã: Ataque alegado de iemenita a Meca, Uma mentira histórica da Arábia

Bahram Qasemi, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, numa conferência de imprensa em Teerã, denunciou as acusações da Arabia Saudita de que as forças iemenitas atacariam à cidade sagrada de Meca e as considerou como "grande mentira histórica" da Al Saud para aproveito político.

Isto foi dito na terça-feira por porta-voz do Ministério do Exterior iraniano, Bahram Qasemi, expressando a posição do Irã sobre a reunião de emergência da Organização da Cooperação Islâmica (OCI), realizada na Arábia Saudita contra a resistência iemenita.

"Infelizmente, a Arábia Saudita tem a intenção de usar e abusar politicamente das coisas sagradas, criando notícias falsas e levantando questões não relacionadas com a realidade", afirmou Qasemi a margem da XXII edição da Exposição da imprensa em Teerã, a capital iraniana.

O porta-voz iraniano disse que as fontes, mesmo ocidentais, assim como outros países, têm reconhecido que a notícia é da raiz falsa e os sauditas levantam a questão de Meca para usar como alavanca, abusando da sensibilidade da nação muçulmana.

"Este é um erro grave; ninguém no mundo de hoje pode acreditar (tal assunto)", acrescentou o porta-voz, que observou a evidência de que nenhum muçulmano iria atirar contra os santuários de Meca e Medina.

"É uma grande mentira histórica que, infelizmente, Arábia Saudita buscando vantagem política,” acrescentou.

Acusações do Al Saud ocorreu depois de que em 27 outubro soldados do exercito do Iêmen e do movimento popular iemenita Ansarollah dispararam um míssil balístico Borkan-1 (Volcano-1) de fabricação nacional, contra o Aeroporto Internacional Rei Abdulaziz de Jidá, no oeste da Arábia Saudita, em resposta a  vários atentados sauditas em diferentes áreas residenciais do Iêmen.

O movimento de resistência iemenita rejeitou a alegação de Arábia considerando que o regime saudita procura incitar os muçulmanos a odiar Ansarollah e que o empenho e interesse da nação iemenita na defesa dos assuntos sagradas do Islã são maiores do que os dos “mercenários dos EUA “referindo-se a Arábia Saudita e seus sócios”.