Fórum de Teerã pede luta contra “Takfirismo, como um trabalho do imperialismo"
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O terceiro e último dia da 30ª Conferência Internacional de Unidade islâmica acabou os seus trabalhos com a emissão de uma declaração.
(last modified 2018-08-22T11:01:37+00:00 )
Dez. 18, 2016 01:03 UTC
  • Fórum de Teerã pede luta contra “Takfirismo, como um trabalho do imperialismo

O terceiro e último dia da 30ª Conferência Internacional de Unidade islâmica acabou os seus trabalhos com a emissão de uma declaração.

O participante na Conferência pediu a comunidade muçulmana a se unir os esforços para combater o terrorismo.

Os três dias do Fórum, com a presença de representantes de mais de 50 países ao redor do mundo, concluiu no sábado em Teerã, com a emissão de uma declaração final alertando sobre a expansão da ideologia takfiri, que é o principal ameaça para a unidade islâmica.

O texto adverte que o terrorismo takfiri é um trabalho do imperialismo, o principal inimigo regional e internacional da comunidade islâmica, é o principal perigo para a causa palestina e uma tentativa de marginalizar palestinos e seus problemas.

Os participantes na Conferência repudiaram o terrorismo e seus crimes contra os muçulmanos e não muçulmanos em todo o mundo, tornando-se claro que os extremistas takfiris não professam o islamismo, nem qualquer outra religião.

"O terrorismo ameaça todos sem distinguir raças e crenças". O presidente iraniano durante um discurso no evento, ressaltando que terrorismo ataca as diferenças ramos étnicos e religiosos, por isso é necessário permanecer unidos contra este flagelo.  

As elites políticas e religiosas no fórum apoiaram os governos do Iraque e da Síria em sua luta contra o terrorismo, condenando "o massacre diário de civis no Iêmen" e "o genocídio" a ser realizado pela coalizão liderada por Arábia Saudita na sua agressão militar.

O texto condena todos os atos de violência praticados pelo governante regime de Al Khalifa no Bahrein contra a oposição e apela ao respeito dos direitos legítimos e os direitos da nação árabe.  .

A repressão sistemática, assassinatos e deslocamentos em massa da minoria Rohingya muçulmana em Mianmar , bem como a campanha de ódio, discriminação e ameaças contra minorias muçulmanas em alguns países ocidentais foram rejeitadas pelos participantes no fórum.

A declaração final desmente também qualquer acusação que Irã está supostamente alimentando "violência sectária" no Oriente Médio, e elogiou os esforços de Teerã para defender as nações oprimidas.

No sábado, o líder da Revolução Islâmica, o aiatolá Seyed Ali Khamenei, recebeu participantes no fórum, nesta oportunidade assegurou que a unidade é a única solução para livrar dos sofrimentos os muçulmanos que são causadas e dirigidas pelos EUA e os sionistas".