Irã comemorou o solstício de inverno ou a noite "Yalda"
Os iranianos despediram do Outono com a festa tradicional da noite mais longa do ano cuja população em qualquer parte do país e no estrangeiro celebraram a Yalda.
O Irã comemorou o solstício de inverno que este no cai em 21 de dezembro, em seu idioma chamado a “Yalda”, que significa “Nascimento” em um dialeto aramaico.
É uma tradição iraniana antiga e enraizada. Milhões de Iranianos comemoram a noite mais longa e mais escura do ano, o solstício de inverno. Ficam acordados até de madrugada com a ausência do sol, a escuridão e o frio esta noite sem esperança. Para os antigos iranianos, a escuridão representava o mal; e o solstício de inverno, uma noite fatídica. Eles se reuniram a volta do fogo na tentativa de banir o demônio, comiam frutas, passavam festejando a noite à espera de um novo amanhecer.
O povo iraniano, ansiosos para preservar suas tradições, comemora o solstício de inverno. Reúnem-se as Famílias e amigos, comem- por granadas costume- e recitam os poemas de Hafez, um grande e admirado poeta iraniano.
A noite de "Yalda" compreende uma grande área geográfica que abrange a Ásia Ocidental e Central. Celebra-se no Afeganistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão, Azerbaijão e Armênia. No Hemisfério Sul, os povos quéchuas, aymaras, Kollas, Rapanui e Mapuche, com uma economia agrária, celebram o ano novo indicado pelo solstício de inverno (20 de junho) como um tempo de purificação e renovação: as datas do solstício de inverno e solstício de verão são revertidas em ambos os hemisférios.
Foi também um festival importante, algo como o Natal, entre romanos e celtas. Na verdade, a recente celebração do solstício de inverno foi chamada Júl ou Yule, que designa o momento em que o volante do ano está no seu ponto mais baixo, preparando para subir de novo.