O rei saudita provoca Iranofobia seguindo modelo norte-americano
Aiatolá Seyed Ahmad Khatami, orador das orações das sextas-feiras de Teerã nos seus sermões censurou a declaração rei “assassino e tirano” da Arábia Saudita, e ressaltou que ele segue o modelo do Ocidente de instigar a Iranofobia.
Khatami se referia a declaração conjunta de Arábia Saudita e Malásia durante a recente vista do rei súdita a país asiático na qual ambos os países expressaram "séria preocupação" pelo que chamaram de "interferência do Irã nos assuntos de outros países”.
Segundo o Khatami, o rei saudita Salman bin Abdulaziz Al Saud, está seguindo o modelo marcado por vários países ocidentais, com os Estados Unidos, para induzir Iranofobia em todo o mundo.
Confrontados com esta imitação, o clérigo alertou a Riad e outras seguidores de os EUA pela procura criar divisão entre os países da região.
Ocidental e, especialmente, dos Estados Unidos procuram dividir seus países. “Durante meses, o presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA explicitamente tinha afirmado que o Iraque deve ser dividido igual à Coréia e ou Vietnã de Norte e do Sul”, disse o Orador das orações de sexta-feira em Teerã, o aiatolá Seyed Ahmad Khatami.
Irã critica Malásia pela introduzir políticas anti-iranianas de Riad, pedindo a Malásia não entrar nos assuntos que enfraquece o mundo islâmico.
Khatami aconselhou, por conseguinte, que os países da região que não confiassem no Ocidente e lembre-se que este "ex-ditador Saddam Hussein costumava a fazer isso e, no final que a sua validade expirou, jogaram-no fora”.
Em vez de recorrer ao Ocidente, destacou o eminente clérigo, os países do sudoeste asiático devem valorizar a luta do Irã contra o terrorismo, que "contribui para a estabilidade nesses países".
"Se não fosse para o Irã, o grupo terrorista Daesh teria formado um Estado na Síria, Iraque e Líbano", acrescentou.
Em outra parte em suas observações e referindo-se à crise síria, Khatami denunciou planos para criar “áreas de segurança” na Síria, sob o pretexto de facilitar a permanência dos deslocadas dentro dessas áreas, mas na verdade, eles procuram favorecer tal situação e dar folego aos grupos terroristas".