A força nacional iraniana decepciona inimigos: disse aiatolá Khamenei
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O Líder da Revolução Islâmica do Irã, o aiatolá Seyed Ali Khamenei, instou o povo iraniano não demonstrar fraqueza diante do inimigo. Ele afirmou que o povo iraniano aos mostrar o seu poder e força nacional desencoraja os inimigos de realizar qualquer ato de agressão contra o país.
(last modified 2018-08-22T15:31:56+00:00 )
Mar. 06, 2017 16:46 UTC
  • A força nacional iraniana decepciona inimigos: disse aiatolá Khamenei

O Líder da Revolução Islâmica do Irã, o aiatolá Seyed Ali Khamenei, instou o povo iraniano não demonstrar fraqueza diante do inimigo. Ele afirmou que o povo iraniano aos mostrar o seu poder e força nacional desencoraja os inimigos de realizar qualquer ato de agressão contra o país.

"Se procura dissuadir os inimigos de realizar qualquer ato de agressão, nunca deve demonstrar a fraqueza, mas sim o seu poder e a sua força nacional", advertiu aiatolá Khamenei.

Ele lembrou que a guerra imposta ocorreu porque os inimigos sentiram a fraqueza da nação iraniana. “Se a nação mostra força e não de fraqueza, o inimigo tampouco se atreve a pensar em atacar a República Islâmica do Irã”, disse o líder da Revolução Islâmica, o aiatolá Seyed Ali Khamenei.

A este respeito, o aiatolá Khamenei sublinhou que "o nosso erro em relação ao desafio económico faz com que alguns de nós se sentemos fraco no campo da economia", e, como resultado, o inimigo intensificara as pressões e sanções contra o país.

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A reunião na segunda-feira teve a participação de várias personalidades militares proeminentes do Irã, como o comandante das Forças Quds Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC) Major General Qasem Soleimani.

Ele alertou ainda sobre as tentativas dos inimigos de travar uma "guerra cultural" contra a nação iraniana, que, segundo ele, "é ainda mais perigoso do que ameaças militares".

"Um invasão militar do inimigo reforça e encoraja ainda mais a nação (agredida), enquanto uma invasão cultural debilita a vontade do povo, e faz a sua população jovem" em uma geração passiva, destacou o líder.

Confrontado com estas táticas destrutivas do inimigo, o aiatolá Khamenei exortou a nação a exibir seus numerosos pontos fortes e valores culturais, entre eles "o espírito de lutar pela fé", e "resistir ao opressor".

O líder pediu mais produtividade na área da cultura como um meio para enfrentar "complôs culturais dos inimigos", e disse que uma cultura poderosa poderia abrir o caminho para a força política e econômica em um país rico em recursos naturais e seres humanos. ”Se não houver a produção cultural nacional, em substituição se recorre à importação de produções culturais estrangeiras”.