Líder manteve uma reunião com poetas
O líder Supremo da Revolução Islâmica recebeu vista de um grupo de poetas iranianos e dos outros países vizinhos.
A reunião foi realizada no sábado, para marcar o aniversário do nascimento do Imam Hassan al-Mujtaba (S.A).
Dirigindo-se a eles, o Líder Supremo expressou satisfação com o crescente processo poético no Irã, e assinalou: "Desde a Revolução Islâmica se tentou por vezes, a poesia se dirigir, de maneira distinta, a temas e assuntos da Revolução que acontece ao decorrer do tempo”.
Acrescentou que antes da Revolução, a poesia estava servindo conceitos diferentes da "consciência e despertar nacional" e nesse sentido, muitos pretendentes da modernidade não faziam nada a serio para promover um modernismo real e correto.
Aiatolá Khamenei também observou que após a Revolução, com o surgimento de jovens poetas, a poesia entrou em uma nova era de "perspicácia e objetivos nacionais" e o alcance desses poemas se ampliou dia a dia, de modo que, afortunadamente o domino da poesia contemporânea converge com os objetivos religiosos e revolucionários.
Manifestou que acredita que se tem conseguido tudo é como um veneno mortal para os poetas, acrescentando que a poesia iraniana tem muita habilidade e talento a florescer ainda, e poetas deveriam prestar mais atenção em encontrar temas e torções verbais e transmitir noções diárias.
Por outro lado, criticou o lento movimento em aparição de figuras nacionais, tais como o falecido Imam Khomeini.
O líder também disse que os acontecimentos na Síria e no Iraque, bem como os defensores dos santuários sagrados (combatentes na Síria e no Iraque) são dignos de ser louvado e elogiado em centenas de poemas, observando que muitas pessoas ainda não sabem por que os norte-americanos invadiram o Iraque e como eles foram vergonhosamente derrotados.
Aiatolá Khamenei afirmou que uma questão importante é como o "Iraque de Saddam” se transformou em “Iraque do aiatolá Haqim”.
E descreveu a “dança das espadas” do Trump na Arábia Saudita como a "ignorância moderna", juntamente com a "ignorância tribal", denunciando que a adesão da Comissão de Direitos Humanos da ONU da Arábia Saudita é uma sátira.
Poetas da Turquia, Índia e Afeganistão participaram da reunião, em que trinta deles recitaram as suas composições.