Principal problema dos EUA é fazer questão de “frustradas políticas” contra Irã
Os EUA ainda desconhece a realidade sobre o Governo e o povo do Irã e faz questão de suas ‘frustradas políticas’ contra o país persa,é lamentável disse um oficial iraniano.
“O problema fundamental dos EUA tem sido sempre o fato de que suas autoridades nunca têm aceitado a realidade e assim desconhecem a Revolução Islâmica, o Governo soberano do Irã e seu povo, um pensamento que, desafortunadamente, ainda existe na Casa Branca”, argumentou o embaixador do Irã no Reino Unido, Hamid Baidinejad.
Em um discurso emitido na noite da terça-feira no Parlamento britânico, Baidinejad solicitou aos Estados Unidos deixar suas “políticas frustradas” antiiranianas, convidando-o a aceitar que não pode enfrentar o albedrío da nação persa.
O diplomata iraniano repudiou dessa maneira as novas medidas hostis do presidente estadounidense, Donald Trump, na contramão do acordo nuclear assinado entre Teerã e o Grupo 5+1 (osEUA, o Reino Unido, França, Rússia e China, mais Alemanha), bem como suas sanções na contramão do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (CGRI).
O Plano Integral de Ação Conjunta (JCPOA, por suas siglas em inglês), como é conhecido o referido pacto, é tão forte que os Estados Unidos não é capaz de recusar sua continuação, asseverou Baidinejad aludindo ao apoio de outras partes ao acordo nuclear com o Irã.
Assim , questionou que quando um Governo anula a medida de seu anterior Governo, nenhum país poderá confiar neste: Quando Trump cancelou o acordo assinado nos tempos de seu antecessor , Barack Obama, como espera dialogar com Coreia do Norte pelas existentes tensões.
Por outro lado , o titular iraniano denunciou as atividades que está realizado o Ocidente na região recentemente , as quais, a seu julgamento, têm causado danos e conflitos na zona, cujo “preço tem pago o país persa”.
Assim, recordou a invasão ao Afeganistão que causou o “desenvolvimento de al-Qaeda”, a incursão a Iraque que debilitou ao Exército do país árabe e gerou conflitos internos, bem como a criação e o apoio ao grupo terrorista EIIL (Daesh, em árabe).
“Já está chegando o momento em que os Estados Unidos e outros países ocidentais se renunciem a presença e intervenções na região, que somente têm provocado a instabilidade” do Oriente Médio , destacou Baidineyad no Parlamento britânico.