O terrorismo é um instrumento de interferência de Washington
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EUA utilizam o terrorismo como instrumento contra outros países, disse na terça-feira o presidente do Parlamento iraniano, Ali Larijani.
(last modified 2018-08-22T15:30:32+00:00 )
Abr. 19, 2016 20:13 UTC
  • o presidente do Parlamento iraniano, Ali Larijani.
    o presidente do Parlamento iraniano, Ali Larijani.

EUA utilizam o terrorismo como instrumento contra outros países, disse na terça-feira o presidente do Parlamento iraniano, Ali Larijani.

"O terrorismo é o instrumento que os Estados Unidos usaram contra outros países", disse Larijani na 1ª Conferência dos Presidentes dos Parlamentos dos Estados euro-asiáticos, realizada em Moscou, capital da Rússia.

Proeminente parlamentar iraniano reiterou que o plano unipolar dos Estados Unidos para o mundo falhou e salientou que os EUA são considerados por grande parte do mundo como um jogador agressivo que cria mais problemas do que resolve.

"Agora os Estados Unidos têm-se tornado um problema para o sistema e por tem políticas de aventureirismo militar, não pode ser um ponto de apoio para outros países”, disse ele. Larijani defendeu um sistema internacional multipolar e chamou a União Europeia (UE) como um bom exemplo, então insta os países do mundo para pôr de lado as rivalidades e aumentar a sua cooperação. Ele também rejeitou o uso de sanções como um instrumento para pressionar e disse que, como o caso do Irã, medidas coercivas falharam.

Por ultimo, ele manifestou preocupação com a situação no Oriente Médio e Norte da África, especialmente a Síria, Iêmen e Líbia, e tem a esperança de que a cooperação internacional e regional vão ajudar a melhorar a situação e impedir o avanço dos terroristas.

Síria, Iraque e Líbia sofrem com alta presença e atividade do grupo terrorista de Daesh, que realiza com frequência ataques terrorista e tem vastos territórios sob o seu controlo nestes países árabes.

Iêmen sofre tanto pela agressão Arábia quanto a crescente ameaça terrorista de grupos como Al-Qaeda e Daesh que, aparentemente, foram fortalecidos desde o início da campanha aérea saudita.