Líder: Os Inimigos se renderam ao poderio nuclear do Irã
O Líder da Revolução Islâmica sublinhou que os inimigos têm reconhecido o poder nuclear do Irã, graças às capacidades do país neste domínio.
"Houve um tempo em que os inimigos não permitiam nem sequer uma centrífuga no Irã, mas eles se renderam, por fim perante o poderio nuclear do Irã desenvolvido por próprias capacidades neste campo", indicou na quinta-feira o líder da Revolução Islâmica do Irã, aiatolá Seyed Ali Khamenei, na capital de Teerã.
“““ “Em uma reunião com membros da Assembleia dos Peritos, o aiatolá Khamenei também destacou que os norte-americanos não concederam ao país a prerrogativa do desenvolver atividades nucleares”, na realidade, nós nos próprios conseguimos alcançar este poder.”.
O líder iraniano sublinhou que se Deus quiser, depois de emergir os resultados da Economia de Resistência e o fortalecimento da economia do Irã, os inimigos também reconhecerão a "futilidade" das sanções impostas contra o país.
Numa parte do seu pronunciamento, o aiatolá Khameni tem considerado a colonização como parte da natureza da hegemonia mundial e advertiu que se os Estados não conseguem resistir a esta postura hegemônica, serão caído em suas armadilhas.
Além disso, o líder iraniano alertou sobre uma "guerra branda" que estão lançando os inimigos contra o Irã, logo de ver frustradas as sua conspirações, particularmente nos anos após a revolução islâmica que pretendiam levar a nação a se ajoelhar e curvar perante eles. Entre esses atos violentos, o líder iraniano mencionou os oito anos da Defesa Sagrada (1980-1988), a revolta social nos primeiros anos da Revolução Islâmica, os ataques contra plataformas de petróleo iraniano (1988) e da derrubada de um avião de passageiros iraniano (1988).
O aiatolá Khamenei salientou que a agenda dos inimigos para lançar uma "guerra branda" inclui a imposição de sanções económicas e políticas, lançar sistematicamente companhas políticas e propagandas enganosas contra o país, além de distorcer a imagem da República Islâmica do Irã em outros países.
No mesmo contexto, o aiatolá Khamenei sublinhou que impedir a discrepâncias religiosas e sectárias, a discórdia entre os partidos políticos e criar "polos falsos no país" formam partes das tarefas dos membros da Assembleia dos Peritos do Irã, que foram eleitos pela nação nas eleições em 26 de fevereiro, quando também foram realizadas, as decimas eleições legislativas no país.