Onda de violência no Oriente Médio resulta de políticas maliciosos Riad'
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A maioria dos países da região descobriu que hoje a Riad está por trás de todos os atos violentos e extremistas realizados no Oriente Médio acrescenta um parlamentar iraniano.
(last modified 2018-08-22T11:00:11+00:00 )
Fev. 01, 2016 01:16 UTC
  • ظریف
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A maioria dos países da região descobriu que hoje a Riad está por trás de todos os atos violentos e extremistas realizados no Oriente Médio acrescenta um parlamentar iraniano.

Eles são as palavras de um membro da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento iraniano Mohammad Hassan Asfari, citando declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã, Mohammad Javad Zarif, depois de uma reunião no domingo para tratar de questões nacionais e regionais.

"Durante esta reunião, o Sr. Zarif, disse que ambos os países vizinhos e outros países de nossa região já estão cientes de que a atual onda de violência na região deriva em grande parte da política maliciosa da Arábia Saudita", argumentou parlamentar iraniano.

Ele também acrescentou que, segundo ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, incluindo um grande número de países ocidentais e europeus perceberam que as autoridades em Riad com suas decisões controversas visam promover a crise regional. No início deste mês, Zarif disse que a Arábia Saudita deve escolher entre o apoio ao terrorismo e desempenhar um papel construtivo na estabilidade regional.

No que respeita à crise na Síria e os esforços para alcançar a paz neste país, Asfari disse que de acordo com o chefe da diplomacia iraniana maioria dos países regionais e extras regionais deram a sua aprovação às propostas da República Irã islâmico sobre a Síria. "Eles também se congratularam à posição de Teerã em manter o poder do presidente sírio, Bashar al-Assad e fazer todos os esforços para trazer estabilidade para a região", acrescentou, citando Zarif.

A cidade suíça de Genebra será anfitrião da terceira rodada de negociações na sexta-feira para encontrar uma solução negociada para a crise síria. Nesta rodada de debates promovidos pela ONU, só são convidadas delegações do governo sírio e da oposição ao governo do presidente Bashar al-Assad. Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid al-Moallem, tinha lamentado os esforços da Arábia Saudita para conversas inter-sirios que danifica a paz naquele país europeu.