líder iraniano: minoria tirânica oprime a maioria no Bahrein
O Líder da Revolução Islâmica do Irã, o aiatolá Seyed Ali Khamenei criticou fortemente a retirada da cidadania a um renomado clérigo xiita no Bahrein.
"No Bahrain, uma minoria tirânica oprime uma maioria e, agora, tem realizado um ato de agressão contra o dignitário clérigo xeque Isa Qasem”, denunciou o líder iraniano em discurso oferecido neste sábado num encontro com um grupo de família mártires iranianos do conflito sírio e o ataque terrorista de 28 de Junho de 1981 (sete Tir de 1360 no calendário solar iraniano).
O aiatolá Khameni salientou que a Al Khalifa que eliminaram quem impediu uma revolta armada de massas e dos jovens bareiníes contra o regime no poder.
"Aqueles ignorantes não perceberam que a eliminação do xeque Isa Qassim significaria à remoção de um obstáculo à frente dos jovens e o Governo bareiníes nada pode silenciar esses jovens", observou ele.
Na segunda-feira, o Ministério do Interior do Bahrein anunciou que tinha revogado a cidadania da máxima autoridade religiosa xiita, depois de acusá-lo de ser tentado dividir e incentivando os jovens a violar a Constituição.
A medida desencadeou uma onda de denúncias e condenações pelo próprio povo do Bahrein e de alguns países da região, incluindo o Irã.
A Organização das Nações Unidas considerou claramente injustificada a medida, portanto o aliado do Al Khalifa do outro lado do mundo, ou seja, os EUA expressaram profunda preocupação a este respeito.
Em outro momento de seu pronunciamento, o líder iraniano alertou sobre o "complô e as conspirações inimigas contra o Irã" e sublinhou que “eles criaram o Daesh para derrotar a República Islâmica".
“Iraque e o Levante foram um prelúdio para paralisar o Irã,”, no entanto, “o poder da República Islâmica os obrigou a curvar, explicou”.
Na segunda-feira, o Ministério da Inteligência iraniano anunciou o desmantelamento "a maior trama terrorista" para atentar em Teerã, a capital iraniana e outras províncias. Autoridades de inteligência apreenderam grandes quantidades de explosivos dos extremistas que se identificaram como terroristas takfiríes.