Presença do Irã no Iraque foi ao pedido de Bagdá
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Um alto servidor público iraniano reiterou na quinta-feira, uma vez mais, que a ajuda militar de seu país ao Iraque foi feita pela raiz da petição oficial de Bagdá a este respeito.
(last modified 2018-08-22T11:01:06+00:00 )
Set. 02, 2016 10:49 UTC
  • Presença do Irã no Iraque foi ao pedido de Bagdá

Um alto servidor público iraniano reiterou na quinta-feira, uma vez mais, que a ajuda militar de seu país ao Iraque foi feita pela raiz da petição oficial de Bagdá a este respeito.

“O Irã foi ao Iraque depois da petição oficial do Governo iraquiano, algo que se fez com a boa visão do Líder da Revolução Islâmica (do Irã, Seyed Ali Khamenei), manifestou Ali Akbar Velayati, assessor do Líder dos Assuntos Internacionais.

As declarações de Velayati tiveram lugar durante uma reunião com o secretário geral de Hezbolah al-Noyabaa, o xeique Akram al-Kabi, em Teerã, capital da República Islâmica do Irã.

Ao qualificar as relações iran-iraquianas de serem “muito boas”, Velayati assegurou que no caso de que Teerã e Bagdá mantenham este nível de cooperações, poderão salvar o Médio Oriente das maldades dos EUA e o regime de Israel.

Ademais, assinalou que as colaborações entre Irã, Iraque, Síria e os movimentos de Resistência no Líbano são de suma importância para resolver as crises regionais, e se rompe uma destas colaborações, todos fracassarão.

O também diretor do Centro de Estudos Estratégicos do Conselho de Discernimiento do Sistema da República Islâmica do Irã elogiou as vitórias do Iraque diante do grupo terrorista EIIL (Daesh, em árabe), indicando assim mesmo as vitórias parciais do Exército sírio perante  este grupo takfirí.

A seguir, evocou que já faz dois anos alguns políticos estadounidenses falavam da divisão do Iraque em três partes e a Síria em cinco partes, mas o que causou o desaparecimento desta ideia foi o sucesso que conseguiram os grupos de Resistência nos campos de batalha.

Entre tanto, se solidou  na participação das forças populares iraquianas, conhecidas também como Al-Hashad Al-Shabi, nas operações da libertação de Mosul (centro do Iraque), ao recordar que sua assistência a qualquer ofensiva tem causado a mínima baixa possível.