O regime sionista está tentando retomar as relações com a África
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O primeiro-ministro israelense se reuniu na quinta-feira com 17 líderes dos países africanos à margem da 71ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque.
(last modified 2018-08-22T11:01:12+00:00 )
Set. 24, 2016 20:13 UTC
  • O regime sionista está tentando retomar as relações com a África

O primeiro-ministro israelense se reuniu na quinta-feira com 17 líderes dos países africanos à margem da 71ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque.

"Israel está olhando para toda a África, e tenho a esperança de que todos os países africanos também olham para o Israel", disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na sua reunião com os líderes dos países africanos no âmbito da Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), segundo um relatório divulgado na sexta-feira pelo canal de TV congolês de AfricaNews.

"A África excita nossa imaginação; gostaríamos de propor-lhes a amizade e cooperação com cada um dos seus países”, disse Netanyahu.

Como parte dos esforços ambiciosos do regime sionista para retomar as relações com os países africanos, Netanyahu acrescentou: "Eu gostaria ir a todos os países da África, isto é um plano ousado, ambicioso. Mas, tendo estado na África Oriental, gostaria de começar com os países da África Ocidental”.

"creio que no final do ano há uma reunião da Comunidade Económica dos Estados de África Ocidental (ECOWAS) e tenho grandes esperanças que possamos atender a outros países da África Ocidental", disse Netanyahu.

Este, enquanto a presença de Israel na referida cimeira da CEDEAO, a ser realizada no final de 2016 em Abuja, capital da Nigéria, que ainda não foi ratificado pelo Presidente nigeriano Muhammadu Buhari.

Em março, o premiê israelense participou do cerimonio de lançamento da comissão parlamentar para as relações Israel-África.

E, em junho, assegurou que buscaria conseguir do seu Gabinete um investimento de cerca de 13 milhões de dólares para reforçar os laços económicos e de cooperação com o continente negro.

Desta forma, em quatro de julho, o primeiro-ministro de Israel iniciou uma visita de quatro dias a África, que o levou a Uganda, Quênia, Ruanda e Etiópia, entre outros.

A interferência do regime Tel Aviv no continente africano não é novidade. Durante anos, este regime usurpador enviava armas e mercenários para certos países africanos, como o Sudão do Sul.