Soldadas mulheres ponto de discordância entre Rabinos israelitas
Rabinos israelenses denunciam o recrutamento de mulheres nas forças de guerra regime Tel Aviv (IDF).
Dezenas de rabinos israelenses publicaram uma petição em que atacam duramente o ministro da Educação do regime, Naftali Bennett, por tratar de incentivar as mulheres "religiosas" a se alistar no nestas forças, informou na sexta-feira o website israelense Ynet Notícias.
O Rabinato chefe do Israel proíbe o regime de Tel Aviv de fazer isso e informou que o governo só deve incentivar estudantes do ensino médio a que "fazem o serviço militar".
Nos últimos anos, tem havido um aumento significativo no número de graduados de escolas religiosas que se juntam as forças de guerra do regime.
Enquanto que alguns consideram como "errados", criando obstáculos para a presença das mulheres no IDF e acreditam que os rabinos devem ajudar as mulheres durante o serviço militar, outros enfatizam que esta presença não é proibida pelas leis do regime Agora, pela primeira vez, o Ministério da Educação está a financiar organizações que apoiam um aumento da presença de mulheres combatentes nas forças de guerra.
As mulheres constituem 33% de todos os soldados das FDI e 51% de seus oficiais, indica Gila Kalifi-Amir, um dos porta-vozes das forças de guerra israelense. As militares participam em distintas atividades militares. Por exemplo, uma equipe mulheres é responsável pela coleta de informações sobre os combatentes do Movimento da Resistência Palestina Islâmica (Hamas), com drone de espionagem modelo Skylark no norte de Gaza, enquanto uma equipe masculina realiza a mesma tarefa na região sul.