Condenado, oficial do exército israelense por assédio sexual
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Oficial das forças armadas de Israel foi declarado culpado de uma série de delitos graves, entre eles, agressões sexuais, informações de meios locais.
(last modified 2018-08-22T11:01:38+00:00 )
Dez. 22, 2016 10:25 UTC
  • Condenado, oficial do exército israelense por assédio sexual

Oficial das forças armadas de Israel foi declarado culpado de uma série de delitos graves, entre eles, agressões sexuais, informações de meios locais.

O exército israelense  informou nesta quarta-feira de que  oficial anônimo, cuja identidade não foi revelada, foi declarado culpado, no  domingo, no  tribunal militar, de cometer  delitos sexuais, assédio , suborno, fraude, falta de confiança e de exceder sua autoridade, até o ponto de representar um risco para a segurança nacional.

Segundo o exército israelense, o oficial esteve baixa detenção desde o início dos processos penais em seu contra. A este respeito, o diário Haaretz informou que foi acusado no começo de 2016.

O exército negou  revelações sobre  o acusado se já havia sido condenado ou qualquer detalhe sobre sua pena .  Estes fatos aconteceram dois dias após que outro militar israelense, o general de brigada Ofek Buchris, admitisse ter tido  conduta sexual inapropiada com as mulheres, soldado baixo seu comando durante o tempo que esteve à frente da brigada golani (uma brigada de infantería israelense).

Buchris, que admitiu os cargos após meses dos negar de maneira vehemente, recebeu uma sentença de suspensão e foi degradado à faixa de coronel.

Condutas inapropiadas desde o ponto de vista ético,  moral e os crimes sexuais têm experimentado um aumento significativo nos últimos anos entre os militares israelenses, manchando enormemente a imagem do setor militar deste regime.

Um estudo realizado pelo parlamento israelense e publicado em fevereiro de 2014 indica que uma de cada oito mulheres incorporadas ao exército israelense sofreram algum tipo agressão sexual em 2013 . Um soldado israelense identificada como May Fatal rompeu seu silêncio em abril de 2015 e denunciou ter sofrido abusos sexuais por parte de Liran Hajbi, ex-comandante de brigadas Givati do exército israelense.