Controverso rabino israelense vê uma "obrigação" a matança dos palestinos
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O polêmico rabino israelense Shmuel Eliyahu, reiterou que o assassinato de palestinos é uma obrigação a cumprir pelas autoridades israelenses.
(last modified 2018-08-22T11:00:51+00:00 )
Jul. 04, 2016 20:53 UTC
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O polêmico rabino israelense Shmuel Eliyahu, reiterou que o assassinato de palestinos é uma obrigação a cumprir pelas autoridades israelenses.

Além disso, o grande rabino de Israel, pediu nesta segunda-feira que as forças do exército israelita aumentam seus ataques contra os palestinos.

Não é a primeira vez que esse líder religioso faz este tipo de declarações polêmicas. Em janeiro, ele tinha anunciado que os manifestantes palestinos devem ser executados para estabelecer a segurança nos territórios palestinos ocupados.

O Exército de Israel, em vez de prender palestinos deve executa-los. Não deve deixar ninguém vivo ", disse o rabino israelense Shmuel Eliyahu".

Além disso, em outubro de 2015, e após que se iniciou a Terceira Intifada dos palestinos, Eliyahu incentivou a forças de segurança regime Tel Aviv para matar palestinos feridos nos enfrentamento palestino-israelense.

As declarações agressivas do rabino coincidem com a invasão militar do exército israelense a campo de refugiados de Qalandia perto da cidade de Al-Quds (Jerusalém) em Cisjordânia ocupada.

Soldados israelenses dispararam e feriram pelo menos quatro palestinos durante os confrontos após que dezenas de veículos militares deste regime invadiram e demoliram as casas de dois palestinos.

O Crescente Vermelho palestino, disse que soldados mataram quatro palestinos com fogo, e um deles sofreu um ferimento de bala nas costas durante os confrontos que ocorreram depois do ataque dos soldados no acampamento, e de demolição casas.

Desde que começou o terceiro levante palestino , em outubro 2015 , em resposta a ataques e a violência por parte de soldados e colonos israelenses, portanto, de seus incursões e profanação, mais de 220 palestinos foram mortos em Cisjordânia, Al-Quds e Faixa de Gaza.