Chanceler venezuelana acusa a Allup de entregar Venezuela aos EUA
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Delcy Rodríguez informou de que denunciará o presidente da AN, Henry Ramos ‎Allup, por tentativa de entregar Venezuela aos EUA e por abjeção .‎
(last modified 2018-08-22T11:01:13+00:00 )
Set. 28, 2016 04:27 UTC
  • Chanceler venezuelana acusa a Allup de entregar Venezuela aos EUA

Delcy Rodríguez informou de que denunciará o presidente da AN, Henry Ramos ‎Allup, por tentativa de entregar Venezuela aos EUA e por abjeção .‎

A chanceler da Venezuela, Delcy Rodríguez, informou na terça-feira de que apresentará uma queixa hoje quarta-feira uma denúncia formal   a Promotoria Geral da República contra o Presidente da Assembléia Nacional (AN), Henry Ramos Allup, por abjeção e por supostamente pedir aos Estados Unidos a “intervenção” na Venezuela.

" Como chefe da diplomacia da Venezuela me dirigirei à Promotoria da República a interpor uma ação, não somente por sua abjeção , mas também ,  porque  no fundo o que estamos defendendo é de interesse somente do nosso país", disse Rodríguez durante sua participação no Encontro Bolivariano Anti-imperialista em Caracas.

Na semana passada, o porta-voz do Departamento de Estado estadounidense, John Kirby, assinalou de que o governo estadounidense estava preocupado pelo anúncio feito pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) sobre  o processo de referendo revocatorio, que a oposição impulsiona contra o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, não poderá ser completado até 2017.

A servidora pública qualificou de intromissão "inaceitável " as declarações de Kirby e recusou energicamente a intervenção  do país norte-americano nos assuntos internos de seu país.

Um dia depois, Ramos Allup escreveu em sua conta no Twitter: “A Chanceler venezuelana de lástima, ignorante, torpe, ridícula, mentirosa,  e de vergonha internacional”. “Sua diplomacia afeta gravemente a todos".

Em resposta a estes insultos, Rodríguez disse: "Não  vamos permitir, somos uma Chancelaria que representa a dignidade do povo  Venezuelano e que representa também a dignidade do presidente Nicolás Maduro".

Assim mesmo, assinalou que a imunidade parlamentar "não é para amparar nem fazer ofensas e violações à Constituição, nem muitíssimo menos para humilhar" e desrespeitar a história venezuelana "de independência e de soberania".