Bolívia assume a presidência do Conselho de Segurança da ONU
Na quarta-feira terminou a presidência do Uruguai e a Bolívia vai tomar a liderança do Conselho de Segurança da UNO.
Além de realizar reuniões, representar o Conselho de Segurança e propor uma agenda de trabalho, a Bolívia irá abordar a situação na Península Coreana e da situação Síria e Líbia. Representante permanente da Bolívia nas Nações Unidas (ONU) Sacha Llorenti, na quarta-feira recebeu a presidência do Conselho de Segurança para o período de um mês do seu colega do Uruguai, Elbio Rosselli.
"Presidir este órgão é uma responsabilidade muito grande, queremos viver de acordo com essa responsabilidade. Bolívia tem uma voz muito clara no concerto das Nações, e fundamentalmente unidos agora como parte do Conselho de Segurança”, disse Llorenti.
Durante sua presidência, a Bolívia terá o poder para realizar reuniões e representar o Conselho de Segurança, além de propor uma agenda.
"Há algumas questões que estão em cima da mesa das negociações internacionais, é a situação da península coreana, principalmente por testes nucleares e lançamentos de mísseis balísticos da Coreia do Norte. Por outro lado, a situação na Síria, a Líbia são de situações mais álgidas”, disse ele.
No contexto do Conselho de Segurança, Bolívia expressou nenhuma intervenção unilateral pelos Estados Unidos (EUA) sobre a Síria, e defende uma solução pacífica entre Israel e Palestina.
Bolívia em junho 2016 foi eleito como membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU para o período 2017-2018, e em janeiro 2017 tornou-se presidente da Comissão de 1549 sobre a não proliferação de armas nucleares, químicas e biológicas.
O Conselho de Segurança é composto por cinco membros permanentes: China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos (EUA). Além de dez membros não-permanentes: Bolívia, Egito, Etiópia, Japão, Itália, Cazaquistão, Senegal, Ucrânia, Uruguai e Suécia.