Entre 3 e 7% da população mundial sofrem vício de compras
A falta de controle em frente ao consumo, denominada “Oniomanía”, afeta entre 3% e 7% da população mundial quem coincidem em ter ansiedade e insatisfação, indicam diversos estudos.
As pessoas que padecem esta desordem –chamado Oniomanía que vem do grego antigo onios (o que está em venda) e manía (loucura) têm fobia como ansiedade, insatisfação, falta de autocontrole e sentimento de culpa.
Os sintomas da também chamada “vício a compras” ou “compras compulsivas” foram descritos pela primeira vez pelos psiquiatras Emil Kraepelin e Eugene Bleuler no final de 1800.enquanto a sua temporã descoberta, o transtorno de compra compulsiva, não está catalogado como tal nos manuais de diagnóstico de desordens mentais. Até os anos oitenta, o mesmo ocorria com a ludopatía.
“Descreveu-se como um vício sem drogas, um vício a um comportamento como pode ser o sexo, o trabalho ou Internet (…) que consiste em comprar de forma excessiva, até desembocar em problemas econômicos ou sociais”, tem admitido Jesús da Gándara, chefe de Psiquiatría do Hospital Universitário de Burgos e um dos pioneiros da análise deste fenômeno.
As pesquisas, do mesmo modo, indicam que os casos patológicos de dito fenômeno são vinculados a problemas de ansiedade, transtornos da personalidade e estresse, baixa autoestima, assinalou José Antonio Molina, doutor em psicologia.
Assim mesmo um estudo promovido pela União Européia (UE) mostra que os jovens têm um nível bem mais alto de vício aos estímulos de compra e até um 8% apresenta comportamentos patológicos.
A diferença dos adultos, aceitam melhor o ganho dos valores consumistas e são mais vulneráveis em frente a “mensagens” que relacionam o dinheiro com a felicidade, o sucesso social e o prestígio pessoal”.