Jo Cox: Investigadas eventuais ligações do suspeito à extrema-direita
A polícia britânica que investiga o assassinato da deputada Jo Cox referiu hoje que está a investigar alegadas ligações a grupos de extrema-direita e nas informações de que o suposto atacante, que permanece detido, sofre de doença mental.
A polícia britânica que investiga o assassinato da deputada Jo Cox referiu hoje que está a investigar alegadas ligações a grupos de extrema-direita e nas informações de que o suposto atacante, que permanece detido, sofre de doença mental.
O chefe da polícia de West Yorkshire, Dee Collins, disse que a saúde mental do suspeito de 52 anos, que permanece detido, constitui uma "linha clara da investigação" e que as informações pelas quais é relacionado com grupos de extrema-direita "também constituem uma linha prioritária do inquérito e que nos ajudará a estabelecer o motivo do ataque".
A deputada trabalhista Jo Cox, 41 anos, não resistiu aos ferimentos após ter sido atingida a tiro e apunhalada na quinta-feira em plena rua na cidade de Birstall, norte de Inglaterra.
Segundo alguns testemunhos, o atacante gritou "Britain First!" (O Reino Unido primeiro), numa alusão a uma formação da extrema-direita contrária à imigração.