Dez. 01, 2016 21:26 UTC
  • A violação dos direitos humanos, da ilusão à realidade

Por desgraça, os "direitos humanos" são utilizados por alguns governos para tirar proveito de nações livres e independentes que não querem sob qualquer pressão, deixando sua honra, integridade e suas aspirações de independência.

Um exemplo disso é a recente aprovação da Resolução de Direitos Humanos contra o Irã na Terceira Comissão da Assembleia Geral das Nações Unidas em meados de novembro. Por esta razão, temos preparado um programa que esperamos que esteja do seu gosto e interesse.  

A República Islâmica do Irã com a visão e sabedoria do seu povo e a orientação do Imã Khomeini (Deus o abençoe) acabou com um governo ditatorial e elegeu um sistema democrático. Desde o início da Revolução Islâmica, até hoje tem enfrentado vários ataques e falsas acusações dos governos ocidentais. Estes dias, as disposições de direitos humanos da nova Resolução contra a República Islâmica do Irã estão também em linha com as recentes ações e, naturalmente foram enfrentando com a reação das autoridades iranianas.   Em resposta à resolução dos direitos humanos contra o Irã na Terceira Comissão da Assembleia Geral da ONU, o porta-voz iraniano e o chefe do Centro da Diplomacia Publica do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Bahram Ghasemi, disse: "Infelizmente esta resolução, independentemente das realidades da República islâmica do Irã, foi aprovado apenas com base em uma abordagem seletiva. o Irã rejeita e condena qualquer manipulação política dos direitos humanos por parte das potências ocidentais contra Estados soberanos do mundo, porque o mecanismo dos direitos humanos das Nações Unidas não deve estar sujeito a jogos políticos das grandes potências e a hostilidade de alguns países, em comparação com outras comunidades".  

O Embaixador e vice do representante permanente do Irã junto das Nações Unidas, Gholamhossein Dehghani, numa conferência na Terceira Comissão Assembleia Geral das Nações Unidas sobre a decisão deliberada sobre a posição dos direitos humanos na República islâmica, declarou: "não há nenhuma dúvida de que a situação dos direitos humanos no Irã não merece tal Resolução deliberada e Canadá e seus outros alinhados nesta resolução conhecem esta realidade. Mas patrocinadores da resolução têm sido tão imprudente que os países violadores graves dos direitos humanos, com impunidade cometida atrocidades contra os cidadãos se encontram também entre os patrocinadores".  O representante permanente do Irã nas Nações Unidas, no seu discurso explicou a realidade da situação dos direitos humanos na comunidade iraniana e afirmou que o seu país acredita sinceramente na necessidade de respeitar e promover os direitos humanos na democracia, declarando: "como um exemplo claro, nas últimas quatro décadas, realizaram no Irã eleições democráticas e através delas determinadas a direção dos assuntos internos e externos. Tal dependência à voz do povo é um avanço significativo em nossa região. A dependência habitual às urnas no meu país, na verdade, estimula o processo democrático e pacifico na sociedade e leva a transparência, a responsabilidade e estabilidade em todos os níveis do governo”. Na República Islâmica do Irã, as eleições são realizadas de acordo com o voto direto do povo, enquanto que nas recentes eleições nos Estados Unidos, tem visto como o sistema eleitoral ignora “votos” dos cidadãos, causando insatisfação e protestos nas cidades do país, mas o mais interessante é que não provoca protesto dos ativistas de direitos humanos”.  . 

O representante permanente do Irã continuou: algumas potências respeitam as eleições populares apenas até quando sejam coerentes com os seus interesses. Aqueles que se atrevem a escolher algo contrário (inclinação de poderes) são punidos por meio de um golpe militar, a violência, as sanções, ocupação ou alegações de direitos humanos. Sobre os avanços das conquistas dos direitos humanos no Irã, Dehghani, acrescentou: "Ao contrário das declarações vãs que tem sido levantada no projeto de resolução, o Irã durante as últimas quatro décadas, tem mostrado progressos notáveis em muitas áreas dos direitos humanos. Por exemplo, durante este período foi o segundo país no mundo que teve o maior índice de desenvolvimento humano. Ele também forneceu um dos canais e programas mais eficazes relacionadas com a educação e a saúde das mulheres e meninas. O número de estudantes do sexo feminino em níveis da educação superior sempre foi maior do que os homens. As estatísticas de coisas como "circuncisão genital feminina" e "crimes de honra" no Irã, são menos em comparação com os países europeus. Outras das bem sucedidas medidas tem sido a luta contra os delinquentes transnacionais e lidar com máfias de drogas e narcotraficantes. Durante os esforços incansáveis trans-fronterices contra os traficantes de drogas, a maioria armados, e contatos ao crime organizado transnacional e as redes terroristas, milhares de soldados iranianos foram mortos. Como mencionado em documentos da ONU, estatísticas relativas à apreensão de diferentes tipos de drogas ilegais, como o ópio, coloca o Irã entre os países que se esforça mais para combater a este flagelo. Apesar do fato de que a maioria da vantagem à resistência iraniana contra o tráfico de drogas é a favor do Ocidental e da sua juventude, o apoio dos ocidentais tem sido mínimo nesta área. Outra abordagem aos direitos humanos no Irã é para apoiar os desabrigados e refugiados. Enquanto os países da região se envolveram em violência extrema, o Irã como a maior vítima do terrorismo, fez uso do seu maior poder de enfrentar o terrorismo e apoiar refugiados. Neste sentido, Dehghani disse, "enquanto alguns países ricos aceitam a entrada em seus territórios apenas alguns milhares de refugiados a considera-los uma ameaça à segurança, Irã, nas últimas décadas tem sido continuamente. Anfitrião de milhões de refugiados e imigrantes. Acolhendo refugiados na ausência de importante apoio internacional, desempenhou um papel significativo na manutenção da paz e da estabilidade nos nossos países vizinhos em crise.  . 

Só no último ano letivo, 460 mil dos refugiados, 100 mil pertencentes a famílias de refugiados não registrados, estão estudando gratuitamente em escolas da República islâmica do Irã. Apesar disso, o Irã se encontra na Resolução vinculada à questão dos direitos humanos da ONU. Enquanto alguns países colaboram com grupos terroristas, o Irã tem provado ser o mais decisivo na luta contra este flagelo. A ausência de tal vontade e determinação por parte do Irã pode ter mais partes do Médio Oriente sob a bandeira negra do Daesh; e nessas condições terríveis, poderia produzir muito mais tragédias e atrocidades. É interessante dizer que entre os partidários da Resolução em questão, são os mais antidemocráticos Estados do mundo, como a Arábia Saudita e do regime sionista. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã disse a este respeito “a amarga ironia da história nesta Resolução, é a convergência do regime sionista, o regime saudita e do pequeno número de países sem democracia e liberdade na região, que são os defensores e promotores do terrorismo, da violência e do extremismo”. Este alinhamento e convergência é a prova de ser injustificada e ilegítima a presente Resolução. Mais de dois milhões de palestinos na Faixa de Gaza estão sob o bloqueio de Israel e viver nas condições mais difíceis e este regime ilegal que tenha sido construído sobre a violação da existência de outra nação, nas últimas décadas tem usado continuamente o terrorismo do Estado e violou os direitos básicos dos palestinos. Há mais de um ano e um meio, o Iêmen tem sido massacrado frente o silencioso e enfrenta uma catástrofe humanitária pela invasão militar da Arábia Saudita, mesmo assim, a Arábia Saudita e o regime israelense falam sobre os direitos humanos.