Violação dos direitos humanos no Ocidente, da ilusão à realidade
A Agência dos Direitos Fundamentais (FRA), em seu novo relatório mostra que uma em cada três mulheres é sujeito a assedia sexual na Europa. Esta estatística abrange 28 europeus e de acordo com as novas estatísticas nos países escandinavos, que anteriormente tinham uma situação melhor entre países, agora aumentou o número de estatísticas de violência contra mulheres.
A violência contra as mulheres é uma das questões sociais importantes no Ocidente desde a década de 90 que tem sido desde já colocado na agenda política e social dos países desenvolvidos. Infelizmente, desde o século XIX até então, a atmosfera existente nos países 'secular e humanista”, foi virando violenta apara as mulheres, a tal ponto que, segundo redes de notícias como a BBC, esses países tornaram-se uma inferno para o sexo feminino.
Uma das experiências amargas da história é a opressão dos direitos e da segurança das mulheres que, por causa disso, está prejudicada e existe falta de segurança dentro e fora da casa. O estupro contra as mulheres é um tipo de doença global que desenvolve em silêncio.
Em 1993, pela primeira vez na história, a comunidade internacional de direitos humanos, reconheceu oficialmente a violação contra as mulheres, mesmo em sua vida privada como um dos casos de violação fundamental dos direitos humanos. No mesmo ano, durante a Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, realizada em Viena, se anunciou os direitos das mulheres como uma parte inseparável dos direitos humanos e a violação sexual e todas as formas de violências, foi reconhecido como abuso físico, sexual e psicológica provenientes da discriminação, a intolerância cultural e trata de algo que contradiz a dignidade e respeito humano.
Apesar destes esforços, os abusos contra as mulheres, é um dos casos mais globais da violação dos direitos humanos no mundo atual que destrói vidas e um obstáculo ao crescimento e avanço das comunidades. Em outras palavras, a violação contra as mulheres e criar problemas individuais, provoca muitos problemas sociais.
A Organização da Anistia Internacional em seu relatório de 2003, reconheceu que a violência contra as mulheres é a violação mais generalizada dos direitos humanos. Em seu relatório de 2004, essas preocupações foram repetidas e salientou que o cenário da violência, os governos negligentes são incapazes de fazer frente a este. Flagelo.
As estatísticas sobre os abusos contra as mulheres, desenham uma imagem confusa das consequências sociais. Infligir danos físicos e psicológicos, não só priva as mulheres dos seus direitos humanos, como prejudica seu papel como esposa e mãe, bem como suas atividades sociais. A violência tem sido sempre com intensidade em todos os períodos da história, mas as mulheres e meninas são mais vulneráveis, porque elas têm uma alma mais sensível e são fisicamente mais fracas do que os homens. Os efeitos nocivos destas lesões são palpáveis sobre as mulheres em termos de saúde mental na família e na comunidade.
O processo de crescimento de várias formas de violência e discriminação contra as mulheres e as suas consequências prejudiciais para o Ocidente, tem causado que os países desta região estudem medidas sérias no tratamento deste fenómeno. Eles abriram vários centros de apoio às mulheres afetadas pela violência no Ocidente; mas como resultado que estes centros não são tão eficazes porque os abusos estão crescendo em termos de quantidade e qualidade. As pesquisas mostram que a violência sexual existe no Ocidente e pode encontrar suas vítimas em cada classe social, nacionalidade e estatuto da comunidade. Segundo a última pesquisa realizada recentemente, 55% das mulheres europeias têm sido vítimas de assédio sexual, 18% foram perseguidos e 43% foram expostos a abuso psicológico.
A propaganda que se faz na mídia televisiva na Europa, sugere que este continente é um paraíso para as mulheres, que gostam de todos os direitos, incluindo o trabalho em níveis políticos mais altos, em áreas científicas e culturais, e tem sido preparada por excelência a liberdade de ida e volta de noite e no dia. Por suposto, esta assunto segundo o texto das legislações dos países europeus, pode ser correta, mas, que as mulheres são protegidas contra violência e abuso sexual, a menos de acordo com um estudo realizado pela Agência dos Direitos Fundamentais, ainda está longe de ser completa.
De acordo com o relatório da Agência dos Direitos Fundamentais (FRA), 2.000 mulheres entre as idades de 18 a 74 anos foram questionados se haviam sido expostas à violência física e sexual. 33 por cento responderam positivamente. Algumas experimentaram dois casos de violência. E ainda, 12 por cento disseram ter sofrido abuso sexual no período de infância. Cabe mencionar que mais de dois terços das pessoas que foram vítimas de violência sexual, têm sido por seus maridos, amigos ou família, sem ter dado ocorrência à polícia.
O responsável da Agência dos Direitos Fundamentais, "Joanna Goody" diz que “de acordo com o relatório, o assédio sexual a mulheres é muito alto”. O abuso no local de trabalho é um dos tipos mais comuns de violência contra mulheres nos países europeus. Muitos são perseguidos por seus chefes, colegas ou clientes. O que é novo neste estudo é a liberação de assédio sexual e o uso de meios de comunicação modernos. Para cada cinco mulheres com idade entre 18 e 29 anos, uma assegura ser vítima de “cyberbullying”, e pelo menos uma em cada dez mulheres recebem textos de assédio através de telefones celulares ou redes sociais.
a liberdade das mulheres em relacionamentos e o uso instrumental que se faz dela em comunidades ocidentais, juntamente com o espírito agressivo dos ocidentais que tem raiz em problemas psicológicos, talvez a mais importante causa de violência no Ocidente. A questão que permanece é por que os países europeus que têm uma longa história de direitos humanos são incapazes de defender os direitos fundamentais das mulheres na família.