Violação de direitos humanos no Ocidente, da ilusão à realidade 14-(2017).
Baseado em estatísticas publicadas pelas instituições oficiais e não-oficiais, um terço das mulheres militares dos EUA sofrem de assedio sexual, um numero incrível e uma ameaça invisível nas forças Armadas norte-americanas.
Sendo do sexo feminino a maioria das vítimas, o belicismo, o espírito militar, o respeito à hierarquia cegamente e o medo de ameaça à promoção na carreira inibem o pedido de socorro. Mesmo aqueles que procuram auxílio são ignorados pelos superiores.
Hoje, as mulheres norte-americanas podem frequentemente ocupar qualquer cargo e responsabilidade militar e agir igualmente e ao lado dos homens nos cargos e posições militares. Os conflitos no Iraque e no Afeganistão são os primeiros em que dezenas de milhares de mulheres lutaram ao lado dos homens por períodos prolongados. As mulheres do exército dos EUA estão sendo enviados em várias missões em todo o mundo, e estão presentes em países como o Afeganistão, Iraque e Coréia do Sul.
Nos últimos anos, tem sido aumentada esta presença nas Forças Armadas dos EUA. Uma pergunta que pode ser levantada a este respeito, será que tudo isto, a guerra, belicismo e massacre dos civis compatibilizam basicamente com o espirito feminino, alias coisas que são a prática costumeira do exército dos EUA? Será que na pratica, as mulheres no exército foram como homens militares, participar das tais extensas operações, aniquilando aparentemente os inimigos ou até bombardeando as posições do lado oposto? As pesquisas mostram que a resposta a todas estas perguntas é negativa, e a realidade é outra.
Segundo as estatísticas, cerca de um terço das mulheres militares americanas já sofreram de atos de violência e, além disso, 70% das mulheres militares também confirmaram a assedia sexual por parte dos colegas.
As combatentes em zonas de guerra correm um risco maior de ser estupradas por um colega do que de morrer sob o fogo inimigo. A frequência desse tipo de violência entre os militares é o dobro na comparação com a da sociedade civil. Mas apenas 8% dos casos são levados a julgamento.
Desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), mais de 500 mil militares foram estuprados. “Instituição mais poderosa dos Estados Unidos, as Forças Armadas transformaram em política não oficial a negação das acusações, o descrédito das vítimas, a classificação dos críticos como antipatrióticos e a ameaça implícita de cancelamento de contratos com entidades privadas que sabem dos delitos.”
Existem duas fortes razões para que esse crime sexual tenha sido ignorado por décadas. Quem está servindo não tem permissão de falar com jornalistas sem o consentimento dos superiores. De acordo com uma decisão tomada pela Suprema Corte em 1955, ninguém pode processar as Forças Armadas por crimes cometidos enquanto estiver em serviço. Se as vítimas de estupro pudessem ir à Justiça, muitos crimes seriam evitados ou, ao menos, revelados, pois atualmente “a chance de o público saber é muito pequena”.
Rede TV de “BBC News” em 2008, em uma entrevista com "Marti Ribeiro", uma das soldadas que trabalham na força aérea dos EUA, sujeito a estupro no exército dos EUA. "Ribeiro" na entrevista disse: "com a chegada do exército, algo que eu não esperava vê-lo." apontou que o pai e seu avô também serviram na força aérea dos EUA, disse que as características da personalidade que fazem um chato meu pai nunca viu, no exército dos EUA.
O Serviço Mundial da BBC está analisando em profundidade as histórias das mulheres da linha de frente: "Nunca vi os traços de personalidade nele que eu vi nas forças armadas - nunca vi o que eu estava me metendo". Em 2006, ela estava no Afeganistão "deveria carregar sua arma o tempo todo em uma zona de combate", ela disse. "Mas eu coloquei minha arma e andei para fumar um cigarro e foi quando fui atacada." Ela foi então arrastada para trás de alguns geradores de energia e estuprada. "Se eu tivesse mantido minha arma talvez tivesse sido capaz de evitá-la", ela diz. "Mas se eu tivesse usado isso, provavelmente teria acabado na prisão." Ela foi às autoridades, mas eles disseram-lhe que se ela apresentou um pedido, seria acusada de abandono do dever de leavin G sua arma desacompanhada em uma zona de combate - uma ofensa para a qual pode ser Corte Marcial. Então ela ficou quieta e o homem que a atacou ficou impune. "Seria minha palavra sobre a dele e eles não vão levar minha palavra sobre a dele", disse ela. Quando voltou do Afeganistão, ela não falou com ninguém sobre o que aconteceu. Ela diz que sentiu que era tudo culpa. Telefonemas "desoladores" chamam os líderes do Congresso, que estão realizando audiências neste mês sobre agressão sexual nas forças armadas, dizem que mais precisa ser feito para enfrentar o que estudos recentes indicam é um problema generalizado.
Em varias pesquisa de veteranas conduzida pelos centros acadêmicos nos EUA, algumas mesmas financiadas pelo Departamento de Defesa dos EUA, mais de 30% mulheres veteranas entrevistadas relataram uma tentativa ou uma violação completa. Igualmente preocupante, o Departamento de Defesa estimou em seu relatório anual de 2009 sobre agressão sexual, que cerca de 90% das violações nas forças armadas nunca são relatadas.
A única reação do exercito, relativo estas violação foi distribuir “Kit de Estupro” nos centros e serviços administrativos do exercito, pelo qual seriam colhidas amostras das vítimas que servem como prova de que elas sofreram abuso, como a única prova de que soldadas foram vítimas de violência sexual.
A rede CBS dos EUA em 2009 em um relatório divulgou que mais de 100 mulheres durante uma visita aos escritórios de recrutamento do exército, antes de serem admitidas, foram assediadas, uma vez que algumas delas estavam nas idades de ensino médio, havia necessidade extrema destes Kites.
Aumento de numero de violência e estupro em Companhias militares privadas
As estatísticas da violência em Companhias privadas de prestações de serviços militares são ainda frequentemente maiores e mais mulheres vítimas de abusos dos homens militares e dos comandantes sêniores. Por exemplo, Miss "Jones" em 2005 foi sujeito de violação em grupo no Iraque por seus colegas de combate. Ela relatou o caso, mas recebeu uma resposta que foi, por alguns dias em um recipiente fechado, e sem água, alimentos e foi negados medicamentos e cuidados de saúde. Uma questão importante é que essas estatísticas refletem que no exercito americano casos de violação as mulheres por seus colegas, é maior do que as perdas e mortes no combate por forças inimigas.
O que é mais importante do que a questão do estupro, é o número de assassinato de mulheres após a violação ou as que tinham suicídio. Segundo as estatísticas, morreram o número significante de mulheres militares americanas, geralmente por razões não militares associados muitas vezes com a questão da violação e assedia. Apenas em 2008, no Iraque, 94 soldadas norte-americanas foram mortas por este motivo. Claro que as estatísticas, geralmente são muito inferiores do que tem acontecido de fato.
Existe, uma discriminação racial generalizada na sociedade americana em todos os níveis, alias o processo da violência nos serviços militares contra pessoas de cor é maior do que as brancas. Num atrigo escrito por, “Miroslav Flores" intitulado "a violência contra mulheres latinas no exército dos EUA” apresenta um relatório detalhado sobre as mulheres dos países da América Latina como militares no exercito dos EUA. Elas, segundo autor do texto, procuram se provar como uma cidadã americana leal, procurando uma fonte de renda para a sua vida, mas tinha sido aguardado um destino muito chocante. Com base na pesquisa do autor, nos últimos anos, muitas mulheres de cor que vieram para o exército foram assediadas sexualmente por judeus e brancos racistas. Flor acredita que essas mulheres apenas para diversão e entretenimento dos veteranos judeu e militares brancos foram recrutados e a sua eficiência é apenas como ferramentas. Seguidamente, ela analisa a vida de cinco mulheres de cor estupradas, escreve que os secretos sujos de oficiais do Pentágono, como "Donald Rumsfeld" e "Paul Volfitz”, são meramente abusar de pessoas de cor e apenas como instrumento de prazer para os soldados.
“De acordo com relatório da cadeia de “Al Jazeera”, “mais de 50 por cento dos relatórios relativos ao estupro no exército dos EUA, por motivo de insuficiência das” evidências”, não foram investigadas. Além disso, na maioria dos casos, as vítimas são abusadas e insultadas e não os criminosos e suspeitos. Por exemplo, uma mulher chamada "Jennifer Dyer", declarou após a denúncia de assedia, que três dias ficou encarcerada em confinamento solitário e foi intimidada por alegações infundadas e relatórios incorretos. Houve caso que a mulher depois de denuncio, tinha sido assassinada.
O "Los Angeles Times" em um artigo escreve: "A cultura de repressão das vítimas" e a "Aliança e Coalizão, com os Infratores" tem causado não investigação de assedia sexual.
Segundo o jornal, o funeral glorioso dos veteranos e velhos soldados acusados de estupro está levando a mensagem de que mesmo atuando o pior e mais hediondo ato de violência sexual, isto não faz com que questiona os serviços militar prestado. Este faz com que a cultura da imunidade militar continue, e a maioria deles sem julgamento, uma probabilidade baixa de julgamento por cometer atos de violência sexual. O autor continua: isso seria lamentável que, apesar de se considerar a violência sexual, como crime da guerra, mas o exército dos EUA tentou na continuação deste crime.